Gerador de nome para empresa
Diga o que a sua empresa faz e o MozOut AI propõe nomes. Cada um vem com o domínio já verificado, para não se apaixonar por um nome que não pode usar.
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Diga o que vende, para quem e onde. O MozOut AI devolve doze nomes — e cada um chega com o domínio já verificado no registo
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Sem ideias? Experimente:
Os nomes são propostos pelo MozOut AI. A disponibilidade do domínio e o preço vêm do registo, verificados no momento em que os vê. Um nome só fica seu depois de o registar — como marca, no IPI — o Instituto da Propriedade Industrial — e como domínio, aqui.
É tudo o que a ferramenta aqui em cima faz, dito por ordem — e o quarto passo é o único que custa dinheiro
Duas ou três linhas chegam. Diga o que vende, para quem e onde: quanto mais concreto for, melhores são os nomes que saem.
Nove estilos, nove resultados. Composto é o mais seguro, Criativo deixa mais domínios livres, Cultural diz que a empresa é de cá.
Cada nome chega com o domínio dele já consultado ao registo, e com o preço. Livre ou ocupado, vê-se ali na mesma linha.
Os domínios são de quem chega primeiro. Junte à lista os que gostar e leve-os todos de uma vez — é a mesma lista da página de registo.
Antes de escolher da lista, leia cada nome em voz alta e faça-lhe estas quatro
O mesmo negócio dá nomes muito diferentes conforme o estilo que escolher. Experimente dois ou três antes de decidir
Duas palavras reais juntas: «Forno e Lenha». O mais seguro dos nove, e o que costuma deixar mais domínios livres.
Uma palavra, curta e limpa. Fácil de dizer e de guardar — e o domínio quase nunca está livre. É o preço de ser simples.
O nome diz o que se faz lá dentro. Bom para quem procura por serviço, mau para quem quer crescer para outra coisa.
Palavras inventadas ou misturadas. Não querem dizer nada — e é isso que as torna suas, e fáceis de registar.
Raízes, lugares e palavras daqui. Diz de onde é a empresa antes de dizer o que vende, e isso vale muito em Moçambique.
Palavras de outra língua, quase sempre inglês, italiano ou latim. Soam bem em restauração, moda e estética.
Nomes que prometem um caminho ou um destino. Formação, saúde, consultoria — onde se compra confiança.
Trocadilhos e jogos de palavras. Ganha simpatia depressa; use com cuidado onde se espera seriedade.
Rima, aliteração, som repetido. Cola-se ao ouvido e não sai de lá, que é exactamente o que se quer.
E o truque que está por trás de cada um — o mesmo que o gerador usa quando lhe propõe os doze
«internet» + «flicks», gíria inglesa para filmes. Duas palavras cortadas e coladas que não querem dizer nada — e é isso que as torna registáveis em toda a parte.
A deusa grega da vitória. A palavra existia há três mil anos; o que a marca fez foi ir buscá-la onde ninguém a procurava, e ficar com ela sem pedir licença a ninguém.
De «leg godt» — «brinca bem», em dinamarquês. Duas palavras de outra língua, encurtadas a quatro letras que qualquer criança do mundo diz bem à primeira vez.
«Eu rolo», em latim. Cinco letras e um só som. Diz o que o produto faz sem nunca nomear o produto: nem carro, nem motor, nem estrada aparecem no nome.
Duas metades encostadas, «Moza» e «Banco», cada uma reconhecível sozinha. É o que o estilo composto faz: nada de novo, tudo de familiar, e lê-se bem à primeira.
Junta o que faz — «alumínio» — ao sítio onde o faz: «Moçambique». É a forma mais directa do estilo descritivo, e lê-se sem precisar de explicação nenhuma.
Um nome só é seu quando está registado. Enquanto não estiver, está livre para toda a gente
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Abaixo seguem as perguntas mais frequentes de quem está a escolher o nome da empresa
É. Pode gerar quantas vezes quiser, sem conta e sem cartão. Só paga se decidir registar o domínio de um dos nomes.
Não, e é importante perceber porquê. O gerador propõe; a propriedade nasce do registo. O domínio regista-se aqui em minutos. O nome comercial e a marca registam-se no IPI — o Instituto da Propriedade Industrial, em Maputo —, e é isso que impede outra empresa de usar o mesmo. Fora de Moçambique, é o organismo equivalente do país onde vai vender. Antes de mandar fazer letreiros, confirme lá que está livre.
Não deite o nome fora por causa disso. O mesmo nome costuma estar livre noutra extensão — e um negócio moçambicano num .ao diz mais do que num .com alheio. Carregue em «outras extensões» na linha do nome para ver onde está livre.
Usa-o para propor nomes. Guardamos a descrição e os nomes que saíram — para melhorar o gerador e para lhe dar nomes diferentes se repetir a mesma ideia. Não lhe pedimos nome nem e-mail, não guardamos o seu endereço de internet, não ligamos isto a nenhuma conta e não partilhamos nem vendemos o que escreve.
São dois registos diferentes e nenhum substitui o outro. O domínio faz-se aqui, em minutos, e impede que outra pessoa use o endereço. O nome e a marca fazem-se no IPI — Instituto da Propriedade Industrial, na Rua Consiglieri Pedroso, n.º 165, em Maputo — e é isso que impede outra empresa de usar o nome. O pedido pode ser entregue por si; quem não tiver domicílio em Moçambique tem de ser representado por um agente oficial de propriedade industrial.
São propostas, não uma certidão — e esta distinção pode poupar-lhe dinheiro. O gerador verifica se o domínio está livre, e mais nada: não consulta o registo de marcas de país nenhum. Um nome pode ter o domínio livre e já pertencer a alguém como marca registada. Antes de mandar fazer letreiros ou imprimir cartões, confirme no IPI.
Porque «clínica dentária» são dezasseis letras e não diz para quem trabalha, onde é, nem o que a distingue da clínica da esquina — e nomes tirados daí saem todos iguais. Escreva duas ou três linhas como se estivesse a explicar o negócio a alguém que nunca lá entrou.
É. Cada vez que carrega em «Gerar outros» vêm doze nomes que ainda não tinha visto para a mesma descrição. Se quiser guardar um, copie-o ou junte o domínio à lista antes de gerar de novo — a lista fica, os nomes não.
Não. Pode registar só o domínio e ficar com ele guardado até decidir o que fazer. Muita gente faz exactamente isso: garante o endereço no dia em que escolhe o nome e trata do site meses depois.
Então o que precisa é do endereço, não do nome: use o gerador de domínios com IA, que propõe endereços a partir da mesma descrição, ou vá direito ao registo de domínio e escreva o que já tem escolhido.
Não, e nunca o fará sem si. O que ele faz é perguntar ao registo se o domínio está livre e mostrar-lhe o preço. Registar é uma decisão sua: junta à lista os que quiser, confirma o que está a comprar e paga. Enquanto não o fizer, o nome continua livre — para si e para toda a gente.
Três coisas, por esta ordem de urgência. Primeiro o domínio, enquanto está livre: é o único dos três que se perde num dia. Depois o IPI, para confirmar que o nome está livre como marca. Por fim as redes sociais, para reservar o mesmo nome. O site e o e-mail vêm a seguir — esses esperam, e nós estamos cá para eles.
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